Não vi, em momento algum, e eram uns três ou quatro pais e umas seis mães, alguém ter uma atitude firme quando alguma criança passava dos limites.

Tirando situações de risco muito evidentes, ou quando os pais, por cansaço, decretavam o “vamos embora”, a petizada levou todas de goleada.
Como mais tarde no colégio o mesmo vai acontecer. O aluno agora é cliente e, como todos sabem, o cliente tem sempre razão. As escolas só colocam limites in extremis.

Socialmente é a mesma coisa. Todo mundo tem medo de tomar uma decisão mais firme porque, entre outras coisas, não é politicamente correto.
Portanto, esperar o que da nova geração? Apenas aquilo que ela recebeu de formação e civilidade. E ela recebeu a idéia de que se tem de tentar ganhar no grito, ser mais ixperto, e acreditar na impunidade.
Talvez me tomem por um pessimista. É possível até que eu o seja, sem saber. Mas não vejo motivos para alvíceras.
Um comentário:
Concordo contigo. Vejo muitas dessas cenas por aí e fico perplexa. Me parece que as pessoas já não querem se comprometer com mais nada, e nisso entra a própria educação dos filhos.
Abs.
Postar um comentário