6. Se uma mulher quiser agradar um homem basta ela elogiar bastante o pênis dele. É o famoso “me engana que eu gosto”.
7. Como homem é diferente de mulher e mulher é mais complexa que o homem, convém que ela lhe dê algumas dicas sobre o que lhe dá prazer.
8. A região anal masculina é muito erotizada, mas como eles confundem isto com homossexualismo, convém ir devagar.
9. Tapinhas na bunda, de homens e mulheres, dão pequenas descargas de adrenalina que ajudam na excitação. Mas tapinhas, não porradas.
10. Menos de 5% das mulheres gostam do gosto do esperma. Se ela se esquivar, não insista. É gol contra.
11. Homens! O que vocês vêem nos filmes pornô, na imensa maioria das vezes é o contrário do que uma mulher gosta, ou espera de você.
12. Uma mulher, na maioria das vezes, demora no mínimo dois anos para ter um orgasmo com penetração. Se cobrar, demora mais ainda.
13. Troque de posição no máximo quatro vezes durante uma relação. E em cada posição demore um pouco. Transar não é serie de exercícios.
14. Não pergunte sobre a vida sexual passada do outro, a não ser que tenha certeza de que vai agüentar, ou se excitar, com as respostas.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
DICAS SEXUAIS VI
terça-feira, 19 de julho de 2011
Dicas Sexuais V
10. Trocas de casal, surubas, ménage, para darem certo é preciso que as pessoas não tenham muito envolvimento afetivo. Ou sejam muito maduras e agüentem a experiência.
11. Sexo anal sem camisinha é brincar com fogo.
12. Usando camisinha sempre a pessoa se acostuma e até passa a gostar mais. Como os cirurgiões que sempre operam de luvas, ou na troca do açúcar pelo adoçante.
13. Tentem várias posições. Cada casal descobre as preferidas, que varia de casal para casal. Seja pelo tamanho do pênis, seja pela sensibilidade da mulher.
14. O tamanho do pênis é considerado importantíssimo pelos homens. Pelas mulheres, nem tanto. Entre 11 e 17 cm, ereto, é normal e satisfaz 95% delas.
11. Sexo anal sem camisinha é brincar com fogo.
12. Usando camisinha sempre a pessoa se acostuma e até passa a gostar mais. Como os cirurgiões que sempre operam de luvas, ou na troca do açúcar pelo adoçante.
13. Tentem várias posições. Cada casal descobre as preferidas, que varia de casal para casal. Seja pelo tamanho do pênis, seja pela sensibilidade da mulher.
14. O tamanho do pênis é considerado importantíssimo pelos homens. Pelas mulheres, nem tanto. Entre 11 e 17 cm, ereto, é normal e satisfaz 95% delas.
domingo, 17 de julho de 2011
Dicas Sexuais IV
Os mais eficazes são o sidenafil, o vardenafil e o tadalafil (nomes químicos), mas tem características diferentes. Siga conosco.
O sidenafil é o mais antigo, é eficaz e bem conhecido. Duas horas depois ele está no máximo, durando este efeito, 3 a 6 horas em média.
O tadalafil é semelhante ao sidenafil, vantagem é que a comida atrapalha pouco e dura um pouco mais. Mas é mais caro.
O vardenafil tem uma estrutura diferente. A grande vantagem é o tempo que o efeito dura. Pode ser de até 36 horas. Mas é o mais caro.
Tempo de ação não quer dizer que o sujeito vai manter ereção constante durante este tempo. Mas que vai ter a ereção facilitada.
sábado, 16 de julho de 2011
Dicas Sexuais III
Descontrole é limitar a ação pensada. É maximizar a percepção das sensações. É deixar o instinto solto. Aparências que se danem.
Descontrole é um momento para si. Que cada um cuide de si. É o cada um por si!. É deixar o corpo ir atrás do que lhe dá prazer.
Os únicos limites destes limites de descontrole na cama são: o surgimento de dor, ou de sensações de desconforto. Então fale, pare.
Os remédios para dificuldades com ereção são eficazes. Mas se tem de passar antes pela revisão médica. São seguros, mas são remédios.
Os mais eficazes são o sidenafil, o vardenafil e o tadalafil (nomes químicos), mas tem características diferentes. Siga conosco.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
DICAS SEXUAIS II
1. Faça massagem antes. Erotiza o que vem a seguir. Não comece pelos seios, vagina, nádegas, pênis, anus – jamais. Só depois do clima esquentar. ~
2. A menos que estejam bêbados, nas primeiras relações é arriscado vir com propostas muito bizarras. Isto só funciona bem em historias para contar no bar.
3. Penetrações anais sempre devem ser feitas depois de haver bastante excitação, lubrificação e calma, para penetrar bem devagar.
4. Você sabia que só 5% gostam do gosto do esperma? Que 10% só toleram. Que 85% não gostam? Portanto não force a barra. Só em filme pornô que elas se deliciam.
5. Em sexo, não cobre, exija, critique, reclame, apresse, ou compare. O efeito sempre será contraproducente. Melhor é falar, longe da cama, do que você gosta.
2. A menos que estejam bêbados, nas primeiras relações é arriscado vir com propostas muito bizarras. Isto só funciona bem em historias para contar no bar.
3. Penetrações anais sempre devem ser feitas depois de haver bastante excitação, lubrificação e calma, para penetrar bem devagar.
4. Você sabia que só 5% gostam do gosto do esperma? Que 10% só toleram. Que 85% não gostam? Portanto não force a barra. Só em filme pornô que elas se deliciam.
5. Em sexo, não cobre, exija, critique, reclame, apresse, ou compare. O efeito sempre será contraproducente. Melhor é falar, longe da cama, do que você gosta.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
DICAS SEXUAIS
Transar é bom, mas tem que se saber quando parar para não se tornar enjoativa. O homem ejacula, perde a ereção. A mulher deve avisar.
Se a mulher que estava excitada e “molhada” ficar seca e se mostrar menos excitada convém parar. Ou gozou antes, ou cansou.
Para uma mulher ter um bom orgasmo convém que ela tenha um momento de controle no início e outro de desligamento no final.
Controle é olhar, cheirar, lamber, tocar, ouvir, dizer isto, ou aquilo, fazer isto ou aquilo. Enfim, estimular várias áreas do cérebro.
Descontrole é deixar a imaginação e as fantasias voarem, não cuidar do que está acontecendo ao redor, é sentir, é o deixar rolar. Descontrole
Se a mulher que estava excitada e “molhada” ficar seca e se mostrar menos excitada convém parar. Ou gozou antes, ou cansou.
Para uma mulher ter um bom orgasmo convém que ela tenha um momento de controle no início e outro de desligamento no final.
Controle é olhar, cheirar, lamber, tocar, ouvir, dizer isto, ou aquilo, fazer isto ou aquilo. Enfim, estimular várias áreas do cérebro.
Descontrole é deixar a imaginação e as fantasias voarem, não cuidar do que está acontecendo ao redor, é sentir, é o deixar rolar. Descontrole
domingo, 12 de junho de 2011
Sobre Amores, Namoros, Casamentos
Assisti agora ao filme Blue Valentine, que para variar foi traduzido horrendamente, espantosamente, para "Namorados para Sempre". É um filme sobre como se pode deteriorar um amor, um namoro. Não tem nada de "para sempre". Aliás, aqui, o Blue está no sentido de depressivo.
Marcadores:
Blue Valentine,
casamento,
namoro
quinta-feira, 9 de junho de 2011
As Mulheres e as fantasias de serem magras
Mulheres, acreditem em mim e nos meus anos de experiência. Homem não gosta de mulher esquelética. Mulher com IMC inferior a 21 agrada outras mulheres e estilistas que não gostam de mulheres, gostam é de bons cabides para as mulheres que vão exibir as roupas deles.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Cultura Sexual II
O cigarro é o grande inimigo da ereção. Ele ataca devagar. Quando o cara descobre o dano está feito e a recuperação é lenta, se houver.
Marcadores:
cultura em sexualidade,
cultura sexual
CULTURA SEXUAL
Iniciando uma semana de cultura sexual, vamos a algumas dicas. Elas estão a disposição no "Envie SEXO para 46956 e saiba como turbinar sua vida sexual com dicas de primeira do Dr. Carrion. Saiba tudo o que você sempre teve vergonha de perguntar. O custo por mensagem é de R$ 0,31 mais impostos".
Vou mandar por uma semana exemplos.
Para os Homens o pênis é importantíssimo. Vamos aprender a cuidá-lo para que funcione bem por mais tempo. Sabendo usar não vai faltar.
Vou mandar por uma semana exemplos.
Para os Homens o pênis é importantíssimo. Vamos aprender a cuidá-lo para que funcione bem por mais tempo. Sabendo usar não vai faltar.
Marcadores:
cultura em sexualidade,
cultura sexual
domingo, 1 de maio de 2011
Prazeres, sexuais entre outros e a abstinência
Falam de neurose disto, daquilo. Em perversões sexuais. Mas estou plenamente convencido que a mais grave das perverções é a abstinência. Principalmente aquelas que podem ser evitadas. Que não dependem de dinheiro, de posses. Apenas por um ideário idealistico qualquer, que não ocorrerá nesta vida. Ou seja, trocam o certo pelo incerto, por algo que alguém disse que vai acontecer, mas sem garantia nenhuma, a não ser "la garantia soy yo".
FILMES
Da Garota da Capa Vermelha já falei. O Retrato de Dorian Gray é um filme interessante. Embora escrito por Oscar Wilde, não deixa de ser um filme moralista. Dá a entender que, se um sujeito fizer as coisas que tem vontade, vai acabar se transformando em um monstro. Como se cada ser humano não tivesse impulsos e instintos não destrutivos. Mesmo um tigre não ataca a todo momento e a todos. Se estiver bem alimentado, o resto do mundo lhe é indiferente, a menos que o provoquem, ou que se sinta ameaçado. Não quero entrar na idéia do bom selvagem do Rousseau, mas apenas que todos nós temos maus e bons instintos, em maior, ou menor, percentagem, e que não é a censura, ou a moral, que vai nos tornar mais, ou menos, criminosos; podem limitar a maldade e a criminalidade, mas não impedirão que elas possam aparecer. Além disto é interessante que, ao mesmo tempo que as religiões prometam a eternidade da alma, punam tão severamente a tentativa de imortalidade na Terra. Vampiros, lobisomens, Dorian Grays e outros que o digam. Só para complementar, a produção é primorosa, as caracterizações muito bem feitas e os figurinos impecáveis.
Outro filme interessante, mas pesado, é o Lobo das Estepes (Baseado no conto de Herman Hesse, com Max Von Sydow). Aos dezessete anos li "El Lobo Estepario", tentava ser um intelectual, mas confesso, achei o livro chato e não entendi muita coisa. Agora, passado alguns anos, acho que o entendi, embora continue o achando um pouco chato. Mas a idéia de um sujeito que é infeliz, por não explorar as oportunidades da vida, não deixa de ser muito interessante. Enxergam o mundo por uma lente pessimística e com isto vedam as chances de terem mais prazer e poderem ser mais felizes. Parece ser uma doença não orgânica, pelo menos como fator decisivo, mais ligada a educação, moral, vivências.
Um outro filme interessante é "Três Homens e uma Noite Fria", finlandês. Este mostra muito bem toda a tragédia que é a incomunicabilidade humana e como é fácil a sua resolução se estivermos dispostos a romper as capas das exigências sociais, muitas vezes falsas, ou frágeis. Mark Twain disse que ao longo dos anos tinha se deparado com muitos problemas, a maioria dos quais nunca aconteceu.
domingo, 24 de abril de 2011
MAIS UMA HISTÓRIA SEXUAL DE LIVRAMENTO
Corriam os anos trinta. Livramento naquela época era uma cidade rica. Os primeiros sinais de decadência começavam a aparecer, mas, como se sabe, é no início da decadência que aparece o auge cultural de uma civilização.Buenas. Naqueles tempos havia um grande cabaré em Livramento que se chamava Chalet Verde. Nele, trêfegas e lindas moiçolas, exerciam a sua profissão. Um fato que contribuía para a excelência da fama do Chalet Verde era o fato de que o trânsito. entre Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Montevidéu e Buenos Aires, passava pela gare ferroviária de Livramento. Onde as meninas quem iam da bacia do Prata para as sedes do poder no Brasil passavam uns dias para se recuperarem. Pois a viagem por avião era muito cara e a de navio não era todo mundo que se dispunha a fazer.
Feito este prolegômeno vamos aos fatos que deveras interessam.
Um conhecido profissional liberal da região, resolveu comemorar os seus quarenta anos de vida fazendo uma festa romana no Chalet, pois era um solteirão, ou desquitado. Os convidados não poderiam ser muitos, pois o espaço não era dos maiores, ainda mais com a proporção de três meninas por conviva.
Um dos convidados, colega das farras de adolescência, era um conhecidíssimo esculápio de Porto Alegre. Casado, tradicional e moralista como um santo do pau oco.
Ocorre que deram o recado do aniversário para sua secretária, que como soia ocorrer, o deu pela metade.
Resultado, o Hipócrates entendeu que o convite era para ele e para a esposa.
Pegaram o trem leito e se tocaram para a fronteira. O trem deveria chegar em Livramento ali pelas 17 hs, mas atrasou, na época os ferroviários ganhavam por hora, não havia uma fiscalização para valer, resultado, chegou lá pelas oito e picos da noite.
O casal, com medo de chegar atrasado, pegou um carro de praça, pediram ao chauffeur que os levasse até o hotel, onde deixariam as bagagens e se tocaram para o Chalet. As festas naquela época começavam mais cedo e já se haviam arrumado no trem.
Dizem, até hoje, que a recepção e a entrada na festa foi algo de inesquecível. Imaginem vocês. A festa em andamento, as meninas se esforçando para agradar os convivas. Estes, todos eles, homens sérios, de respeito, se deixando cair nos braços de Baco e de Afrodite, pegos em flagrante.
Deu assunto para falar por décadas, até cair na área da lenda, de onde não vai mais sair.
Sobre Coelhos
Quando meu filho Pedro fez um de seus primeiros aniversários minha ex-mulher, e mãe dele, resolveu fazer algo inédito.Dar de lembrancinha filhotes de coelho.
Desnecessário dizer que o sucesso entre a garotada foi incrível.
O problema começou no final do aniversário. Muitas mães não queriam levar a lembrancinha. E as crianças fizeram um show querendo leva-los.
No ano seguinte fizemos nova festa, com mais ou menos o mesmo número de convidados. Só que compareceram menos da metade deles.
No ano seguinte fizemos nova festa, com mais ou menos o mesmo número de convidados. Só que compareceram menos da metade deles.
Conclusão: Mães e Pais não gostam de coelhinhos.
Marcadores:
coelhos,
lembrancinhas de aniversário
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Espiritos retrógados
Nos idos da minha puberdade e adolescência corria a sorrelfa uma piadinha que atribuíamos a Câmara de Vereadores de Quaraí, só para implicar.
Dizíamos então que em uma sessão daquela câmara, um engenheiro explicava porque uma ponte no interior do município iria custar mais que do que estava prevista. Explicava que por conta da extensão do vão livre haveria necessidade de mais vigas.
Um dos vereadores o interrompe e pergunta? -Porque isto? -Por causa da lei da gravidade, respondeu o engenheiro. Um outro vereador, em tom de socapa, interrompe e diz: - Não têm problema, revoguemo esta lei! Mas recebe um cotovelaço discreto de um colega de bancada que lhe diz: -Cala a boca! Esta lei é do tempo do velho Getúlio. –Não se muda!
Eis um velho desejo do Homem. Ter coisas eternas, imutáveis... Parece que se isto ocorrer nos sentimos mais seguros.
Agora a assembléia legislativa aprova uma lei que, em nome da preservação do idioma, tenta que nos isolemos do mundo. Que não soframos mudanças.
Hitler tentou isto em outros campos. Deu no que deu. Mussolini aplicou isto no italiano, os franceses no francês. Resultado, estas línguas perderam proporcionalmente um número significativo de falantes que passaram a falar dialetos, cada vez mais distantes da língua mater.
A Espanha depois da descoberta da América tentou também se paralisar de um modo geral. Resultado, um país que estagnou. De um território muito maior
do que possamos imaginar, foi perdendo partes como o corpo de um leproso.
Quem vai a Cuba descobre um país que dá educação e saúde básica a todos, ninguém passa fome, mas em compensação não pode mudar o seu modo de vida. Paralisados por conceitos idealísticos. Milhares, ou milhões, de cubanos fugiram do país.
A arte nos sistemas socialista-ditatoriais ficou paralisada pelo “Realismo Concreto”; o que ocorreu na Alemanha Nazista, sob a égide de “arte pura alemã”. Convém lembrar que o regime nazista era um regime nacional-socialista.
Agora um deputado, que leva o meu sobrenome, Carrion, tenta paralisar a história, fazendo um projeto de lei que foi aprovado por escassa maioria e que só depende de um acesso de bom senso do governador, que pode vetar a lei, para que não se tenha uma paralisação da língua.
Ao retirar a possibilidade de se usar, também, palavras de outras línguas, se entorpece a evolução da linguagem. A ser assim estaríamos falando em Aramaico, ou Latim, ou numa protolinguagem indo-ariana, ou africana.
Mas entendo o nobre deputado. Ele vem do Partido Comunista do Brasil, um partido que vem do Partido Comunista, da falecida e quase não pranteada, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, na qual um dos ícones master foi Stalin. Um homem responsável pela morte de vinte a trinta milhões (Cinco milhões segundo uma dirigente do PC do B com quem conversei uma vez num programa do Lauro Quadros, na rádio Gaúcha de
Porto Alegre, num dos intervalos, uma pechincha senhores.) de compatriotas, mais do que Hitler conseguiu com a sua insanidade. Stalin, com exceção da área militar, paralisou seu país em décadas. Mas ele representa um ideal ainda para muitos. O Homem que decide o que é melhor para os outros, quer eles queiram, quer não. Um homem que viu o mundo mudar, ajudou até na mudança, mas não queria que a sua URSS evoluísse, a não ser, é bom frisar, na área militar.
Lembro de inúmeros grandes escritores nacionais. Reparem na quantidade de estrangeirismos que eles usam em seus trabalhos. Quem, no entanto, vai acusá-los de deturpar o vernáculo. Contribuiriam tanto eles para nossa literatura se se houvesse furtado a utilizar palavras alieníginas que só vieram enriquecer a Última Flor do Lácio? Que chamamos de Portuguesa. Nem Brasileira ela é.
Que faremos com as palavras das línguas indígenas, ou afro, ou dos imigrantes que aqui aportaram e fazem parte hoje desta Nação e foram incorporadas ao nosso blá-blá-blá do dia a dia?
Aliás, perguntei para um grande, e por mim respeitadíssimo, antropólogo, Mauro Cherobim, o que os índios fazem quando entram em contato com uma palavra que não existe em sua língua. Simplesmente eles a incorporam a sua linguagem. Portanto ninguém precisa inventar um termo para laptop, ou mouse, ou laser. Por exemplo.
Dizíamos então que em uma sessão daquela câmara, um engenheiro explicava porque uma ponte no interior do município iria custar mais que do que estava prevista. Explicava que por conta da extensão do vão livre haveria necessidade de mais vigas.
Um dos vereadores o interrompe e pergunta? -Porque isto? -Por causa da lei da gravidade, respondeu o engenheiro. Um outro vereador, em tom de socapa, interrompe e diz: - Não têm problema, revoguemo esta lei! Mas recebe um cotovelaço discreto de um colega de bancada que lhe diz: -Cala a boca! Esta lei é do tempo do velho Getúlio. –Não se muda!
Eis um velho desejo do Homem. Ter coisas eternas, imutáveis... Parece que se isto ocorrer nos sentimos mais seguros.
Agora a assembléia legislativa aprova uma lei que, em nome da preservação do idioma, tenta que nos isolemos do mundo. Que não soframos mudanças.
Hitler tentou isto em outros campos. Deu no que deu. Mussolini aplicou isto no italiano, os franceses no francês. Resultado, estas línguas perderam proporcionalmente um número significativo de falantes que passaram a falar dialetos, cada vez mais distantes da língua mater.
A Espanha depois da descoberta da América tentou também se paralisar de um modo geral. Resultado, um país que estagnou. De um território muito maior
do que possamos imaginar, foi perdendo partes como o corpo de um leproso.Quem vai a Cuba descobre um país que dá educação e saúde básica a todos, ninguém passa fome, mas em compensação não pode mudar o seu modo de vida. Paralisados por conceitos idealísticos. Milhares, ou milhões, de cubanos fugiram do país.
A arte nos sistemas socialista-ditatoriais ficou paralisada pelo “Realismo Concreto”; o que ocorreu na Alemanha Nazista, sob a égide de “arte pura alemã”. Convém lembrar que o regime nazista era um regime nacional-socialista.
Agora um deputado, que leva o meu sobrenome, Carrion, tenta paralisar a história, fazendo um projeto de lei que foi aprovado por escassa maioria e que só depende de um acesso de bom senso do governador, que pode vetar a lei, para que não se tenha uma paralisação da língua.
Ao retirar a possibilidade de se usar, também, palavras de outras línguas, se entorpece a evolução da linguagem. A ser assim estaríamos falando em Aramaico, ou Latim, ou numa protolinguagem indo-ariana, ou africana.
Mas entendo o nobre deputado. Ele vem do Partido Comunista do Brasil, um partido que vem do Partido Comunista, da falecida e quase não pranteada, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, na qual um dos ícones master foi Stalin. Um homem responsável pela morte de vinte a trinta milhões (Cinco milhões segundo uma dirigente do PC do B com quem conversei uma vez num programa do Lauro Quadros, na rádio Gaúcha de
Porto Alegre, num dos intervalos, uma pechincha senhores.) de compatriotas, mais do que Hitler conseguiu com a sua insanidade. Stalin, com exceção da área militar, paralisou seu país em décadas. Mas ele representa um ideal ainda para muitos. O Homem que decide o que é melhor para os outros, quer eles queiram, quer não. Um homem que viu o mundo mudar, ajudou até na mudança, mas não queria que a sua URSS evoluísse, a não ser, é bom frisar, na área militar.Lembro de inúmeros grandes escritores nacionais. Reparem na quantidade de estrangeirismos que eles usam em seus trabalhos. Quem, no entanto, vai acusá-los de deturpar o vernáculo. Contribuiriam tanto eles para nossa literatura se se houvesse furtado a utilizar palavras alieníginas que só vieram enriquecer a Última Flor do Lácio? Que chamamos de Portuguesa. Nem Brasileira ela é.
Que faremos com as palavras das línguas indígenas, ou afro, ou dos imigrantes que aqui aportaram e fazem parte hoje desta Nação e foram incorporadas ao nosso blá-blá-blá do dia a dia?
Aliás, perguntei para um grande, e por mim respeitadíssimo, antropólogo, Mauro Cherobim, o que os índios fazem quando entram em contato com uma palavra que não existe em sua língua. Simplesmente eles a incorporam a sua linguagem. Portanto ninguém precisa inventar um termo para laptop, ou mouse, ou laser. Por exemplo.
Marcadores:
ditaduras,
língua portuguêsa,
mudanças linguisticas,
mudar por decreto
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Um DESFILE DE MODA DE VERDADE PARA PESSOAS REAIS
Ontem fui ao desfile da estilista Milka. Vou contar para vocês uma coisa que eu achei sensacional. As roupas são lindas e usáveis, não aquelas coisas exóticas para os esnobes ficarem falando em “conceito”, “indicativo de tendência”, e que entenderam a “mensagem”. Posso não ter gostado de uma coisa ou outra, mas apenas porque os gostos não são universais. Adorei as modelos e o modo que a Milka as colocou a trabalhar. Eram mulheres jovens, maduras, caminhando como seres humanos normais e não aquele caminhar de quem está segurando um pum por um fio. Eram mulheres que olhavam como normalmente as pessoas fazem em um ambiente social, ou seja, moviam o rosto, os olhos, sorriam. E eram mulheres de corpo de mulher, nada daquelas anoréticas, “cabides de arame”, com uma cabeça em cima. Gostei, algo normal e bonito.
Marcadores:
desfile de moda,
moda,
mulheres naturais
quarta-feira, 13 de abril de 2011
EU a VELHICE E A VIDA
“Sentia remorso de envelhecer” – De um trecho de Machado de Assis,
Esta frase me trouxe a mente uma lembrança do passado. Eu estava em Livramento, na fazenda de um amigo.
Caminhava sozinho a uma hora do por do Sol. O dia era luminoso, a temperatura era maravilhosa, e a paisagem, com suas sombras alongadas era esplendorosa.
Mas havia um quê de nostalgia no ar.
Já sabia onde este caminho iria dar. Daqui a pouco o Sol tocaria na fímbria do horizonte. As nuvens adquiririam um colorido ensandecido, e, assim que o Sol tivesse sido tragado pela terra escura, as lagoas e açudes se transformariam em lagos e açudes de luz, para depois, lentamente, esmaecerem até desaparecer.
Viria a noite. Pode que fosse uma noite de Lua cheia. Pode que o manto de estrelas trouxesse aquela luminosidade negra. Mas, no final, se não fosse naquele dia, seria em outro, o escuro predominaria.
É isto que eu penso do envelhecer hoje, quando o meu sol ainda está longe do horizonte, mas já passou das 17 horas.
No remorso tem um quê de culpa. Na nostalgia, um monte de saudades.
domingo, 10 de abril de 2011
SOLUÇÕES INÓQUAS
Conhecem a história do sujeito que pegou a mulher transando com outro homem no sofá da sala de sua própria casa e tomou uma decisão radical:? –Vendeu o sofá!!! Esta história me veio a mente agora com o massacre da escola do Realengo. Imediatamente um bando de áulico se lança em busca de culpados e medidas imediatistas que não vão funcionar. Por exemplo, proibir a venda de armas. Com a quantidade enorme de armas que já estão em mãos de cidadãos, mais aquelas em condições ilegais, se tem um estoque para muitos anos. E, mais ainda, quando um bandido quer uma arma não existe quem, ou o que, que o impeça de adquiri-la. O episódio deve se repetir. A publicidade dada ao episódio fará com que um monte de malucos tenha o impulso irresistível de cometer insanidades que lhes dêem uma notoriedade e, dificilmente, sandices que envolvam a Morte não dão publicidade. Suíços são armadérrimos e é um dos paises mais tranquilos e seguros do mundo. Nos EUA é facílimo comprar-se uma arma, e o número de assassinatos é muito alto. Qual a diferença entre estes dois países? Só a cultura e a educação. Desvairados sempre haverão. A Educação pode fazer com que eles recebam tratamento e tenham suas atitudes melhor controladas e “amaciadas”.Só proibir armas, colocar guardas, portas com detectores de metais, é apenas “jogar para a torcida”. A Educação ajuda a mudar uma cultura, se for direcionada para isto.
Marcadores:
armas de fogo,
massacre,
massacre do realengo,
psicopatas assassinos,
violência
sexta-feira, 18 de março de 2011
MUDEI DE IDÉIA
Não vou mais fechar o blog. Só vou escrever com menos regularidade. Só quando tiver vontade.
Abração minha gente.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Despedidas e Histórias Sexuais do Ano de 1973
Afortunadamente, ou infortunadamente, nem sei bem dizer direito, tudo um dia termina. O Fim, a Morte, são sempre lamentados, ou quase sempre. Mas terminam e pronto. E o que interessa é que temos que aprender a conviver com eles, pois fazem parte da Vida.
Chegou o momento de dar um fim a este blog. O WWW.ohedonista.blogspot.com morreu, finou. Ficará no ar algum tempo, até que outra tecnologia o sepulte de vez. Quem leu, leu, que não leu vai acabar não lendo. Mas é assim que é. Vou continuar nos emails ccarrion@uol.com.br, no Facebook Carlos Eduardo Carrion, ou no Twitter @carrionhedonist .
Espero vocês por lá. Um abração e muito obrigado por entrarem nesta página. Foi um privilégio ter a atenção de vocês, por pouco tempo que tenha sido.
Mas antes vou terminar a última história.
Veio então a parte da operacionalização, pois pensar é importante, mas pensar sem por em prática é um exercício masturbatório, que até que é bom, mas fica por isto mesmo.
Primeiro veio a divulgação.
SENSACIONAL FESTA PARA ARRECADAÇÃO DE FUNDOS PARA A FORMATURA – STREPTEASE – HOMENAGEM AO CÚ E A BUCETA – SHOW ERÓTICO AO VIVO – SURUBA COM OS CONVIDADOS!
Não se fez panfletagens, ou algo pelo estilo. Tudo conversê de boca no ouvido. Mas o fato é que em pouco tempo todo mundo sabia da festa. Naquele mês, provas, ditadura militar, etc. e tal, tudo ficou em segundo plano. O assunto era “a festa no apartamento do .......”. Um grupo achando bárbara a história. Outros comentavam que aquilo era uma vergonha; mas vários foram lá, pra conferir, só pra ver até onde ia a depravação humana, etc. e tal. Sarcófagos Caiados. Outros só curiosos. As gurias da turma criticavam, mas todas elas não deixavam escapar de quão curiosas estavam.
Veio a parte da logística. Quem faria o quê.
O “Porrada” iria ser o Leão de Chácara, pois, como todos sabem, bacanal tem de ter ordem.
O “Nosso Aristocrata” iria ser uma espécie de gerente, dono. Aqueles que só com um olhar impõe uma certa ordem, pois fuzuê também precisa de uma certa moral.
A “Raposa Finória” iria cuidar de dinheiro, vendas, etc. Total, o evento era para dar lucro.
“O Gênio” agiria como produtor, diretor da ação e public relations. Papel este que ele desenvolveria prazer e desenvoltura.
Além disto, um colega nosso, que se vangloriava de traçar todas, faria o papel de partner da nossa artista, agora consagrada como Mademoiselle De Monique.
Veio o grande dia. Não o apartamento, mas o andar inteiro estava lotado. O ingresso custaria uns R$50,00 em moeda de hoje, o que era uma bela quantia para aqueles tempos. Tinha também a venda de cerveja, caipirinha e, creio eu, pizzas em pedaços.
Na hora H, tcha tcha tcha chan! O apartamento fica na penumbra. Musica clássica de strip-tease. O diretor anuncia com voz solene a entrada da grande artista, Mademoiselle De Monique. Vestida sumariamente com umas roupas que algumas colegas de edifício que não foram, mas colaboraram. A seguir uma dança e ei-la nua, como uma deusa de ébano (Aqui, diga-se de passagem, o escriba se entusiasma.). Uma música mais solene e entra o Gênio com duas velas acesas na mão. Uma é colocada na entrada da vagina e o grupo em coro canta o parabéns a você. Apaga-se a vela. Logo a seguir ele pede que ela se vire de bruços e a vela é introduzida em seu cu. O grupo, agora em apoteose, canta o parabéns a você. São vários os que se colocam em posição para soprar a velinha.
Entra então o nosso colega, vestido sumariamente com um pano branco em volta dos quadris para o Show de Foda. Alguns movimentos estereotipados e oh! O anticlímax. Quem é que diz que o homem consegue uma ereção. De Monique bem que se esforça, mas nada. Mortinho estava, morto continuou. Momento de suspense. O que fazer? O Gênio procura um substituto, mas todo mundo se esquiva, todo mundo se lembra que tem de sair em seguida para um compromisso inadiável (Em verdade ninguém arredou o pé). Finalmente aparece um voluntário. Aleluia. A pátria está salva. O cara se apronta e parte para os finalmentes. Só que ele tinha um peronie bem avançado. Resultado, todo mundo incentiva “o folha seca” – em alusão a um modo de chutar faltas consagrado pelo Didi. Quem não sabe quem foi o Didi, por favor, vá se informar. E ele cumpre bem o seu papel. É aplaudido no final.
Finalmente o Gênio anuncia a suruba com convidados. Alguns vencem vergonhas e preconceitos e partem para os finalmentes.
Antes que batam as 12 horas da meia noite, era uma festa fora das regras, mas o regulamento do edifício que exigia silêncio a partir da meia noite foi cumprido a risca.
No outro dia o comentário era um só. A festa no apartamento do Gênio (os outros colaboradores não estavam na Medicina). A consagração do “Folha Seca” e o opróbrio do machão que falhou.
Mas uma coisa tem de ser dita. Ninguém que foi aquela festa, seja qual fosse a opinião que tivesse, jamais a esqueceu.
Chegou o momento de dar um fim a este blog. O WWW.ohedonista.blogspot.com morreu, finou. Ficará no ar algum tempo, até que outra tecnologia o sepulte de vez. Quem leu, leu, que não leu vai acabar não lendo. Mas é assim que é. Vou continuar nos emails ccarrion@uol.com.br, no Facebook Carlos Eduardo Carrion, ou no Twitter @carrionhedonist .
Espero vocês por lá. Um abração e muito obrigado por entrarem nesta página. Foi um privilégio ter a atenção de vocês, por pouco tempo que tenha sido.
Mas antes vou terminar a última história.
Veio então a parte da operacionalização, pois pensar é importante, mas pensar sem por em prática é um exercício masturbatório, que até que é bom, mas fica por isto mesmo.
Primeiro veio a divulgação.
SENSACIONAL FESTA PARA ARRECADAÇÃO DE FUNDOS PARA A FORMATURA – STREPTEASE – HOMENAGEM AO CÚ E A BUCETA – SHOW ERÓTICO AO VIVO – SURUBA COM OS CONVIDADOS!
Não se fez panfletagens, ou algo pelo estilo. Tudo conversê de boca no ouvido. Mas o fato é que em pouco tempo todo mundo sabia da festa. Naquele mês, provas, ditadura militar, etc. e tal, tudo ficou em segundo plano. O assunto era “a festa no apartamento do .......”. Um grupo achando bárbara a história. Outros comentavam que aquilo era uma vergonha; mas vários foram lá, pra conferir, só pra ver até onde ia a depravação humana, etc. e tal. Sarcófagos Caiados. Outros só curiosos. As gurias da turma criticavam, mas todas elas não deixavam escapar de quão curiosas estavam.
Veio a parte da logística. Quem faria o quê.
O “Porrada” iria ser o Leão de Chácara, pois, como todos sabem, bacanal tem de ter ordem.
O “Nosso Aristocrata” iria ser uma espécie de gerente, dono. Aqueles que só com um olhar impõe uma certa ordem, pois fuzuê também precisa de uma certa moral.
A “Raposa Finória” iria cuidar de dinheiro, vendas, etc. Total, o evento era para dar lucro.
“O Gênio” agiria como produtor, diretor da ação e public relations. Papel este que ele desenvolveria prazer e desenvoltura.
Além disto, um colega nosso, que se vangloriava de traçar todas, faria o papel de partner da nossa artista, agora consagrada como Mademoiselle De Monique.
Veio o grande dia. Não o apartamento, mas o andar inteiro estava lotado. O ingresso custaria uns R$50,00 em moeda de hoje, o que era uma bela quantia para aqueles tempos. Tinha também a venda de cerveja, caipirinha e, creio eu, pizzas em pedaços.
Na hora H, tcha tcha tcha chan! O apartamento fica na penumbra. Musica clássica de strip-tease. O diretor anuncia com voz solene a entrada da grande artista, Mademoiselle De Monique. Vestida sumariamente com umas roupas que algumas colegas de edifício que não foram, mas colaboraram. A seguir uma dança e ei-la nua, como uma deusa de ébano (Aqui, diga-se de passagem, o escriba se entusiasma.). Uma música mais solene e entra o Gênio com duas velas acesas na mão. Uma é colocada na entrada da vagina e o grupo em coro canta o parabéns a você. Apaga-se a vela. Logo a seguir ele pede que ela se vire de bruços e a vela é introduzida em seu cu. O grupo, agora em apoteose, canta o parabéns a você. São vários os que se colocam em posição para soprar a velinha.
Entra então o nosso colega, vestido sumariamente com um pano branco em volta dos quadris para o Show de Foda. Alguns movimentos estereotipados e oh! O anticlímax. Quem é que diz que o homem consegue uma ereção. De Monique bem que se esforça, mas nada. Mortinho estava, morto continuou. Momento de suspense. O que fazer? O Gênio procura um substituto, mas todo mundo se esquiva, todo mundo se lembra que tem de sair em seguida para um compromisso inadiável (Em verdade ninguém arredou o pé). Finalmente aparece um voluntário. Aleluia. A pátria está salva. O cara se apronta e parte para os finalmentes. Só que ele tinha um peronie bem avançado. Resultado, todo mundo incentiva “o folha seca” – em alusão a um modo de chutar faltas consagrado pelo Didi. Quem não sabe quem foi o Didi, por favor, vá se informar. E ele cumpre bem o seu papel. É aplaudido no final.
Finalmente o Gênio anuncia a suruba com convidados. Alguns vencem vergonhas e preconceitos e partem para os finalmentes.
Antes que batam as 12 horas da meia noite, era uma festa fora das regras, mas o regulamento do edifício que exigia silêncio a partir da meia noite foi cumprido a risca.
No outro dia o comentário era um só. A festa no apartamento do Gênio (os outros colaboradores não estavam na Medicina). A consagração do “Folha Seca” e o opróbrio do machão que falhou.
Mas uma coisa tem de ser dita. Ninguém que foi aquela festa, seja qual fosse a opinião que tivesse, jamais a esqueceu.
Assinar:
Postagens (Atom)