Encerremos esta série. Sem muitos detalhes. Sem
sentimentalismos, moralismos e outros ismos politicamente corretos.
No outro dia, que foi um dia muito semelhante a todos os outros dias, a mulher foi procurada para transar com o marido, ao redor das 22:30, quando ela assistia um filme na televisão. Antes disto o esposo havia chegado em casa, tomado um banho, assistido ao Jornal Nacional, ido para o computador para por alguns assuntos em dia, depois começara a assistir a um jogo de futebol, quando ela pediu para por no filme que estava assistindo quando ele a procurou para transar.
Num outro dia o amante escapou do trabalho, alugou um quarto em um bom hotel, comprou umas rosas vermelhas e as despetalou por todo o quarto, comprou um champagne e dois cálices, providenciou um CD de música romântica para o aparelho do quarto.

Agora vos pergunto:
Com quem esta mulher se soltou mais na cama?
Com quem esta mulher se sentiu mais mulher?
Com quem se excitou mais?
Este marido poderia fazer tudo que o amante fez, por que não o fez?
Se o amante é também casado porque não faz isto para a sua esposa?
Mas que o mulherio também não fique muito confortável, porque as
perguntas também podem ser feitas para elas, com as devidas variações.
O que tem de se deixar claro é que a rotina, a mesmice, num casamento, depende dos dois, mesmo que se possa atribuir a um uma participação maior.
Portanto, se a gente não aprende a ser um esposoamante, esposamante se está pedindo que “O OUTRO”, ou “A OUTRA”, tenha um lugar assegurado na SUA VIDA.
sentimentalismos, moralismos e outros ismos politicamente corretos.No outro dia, que foi um dia muito semelhante a todos os outros dias, a mulher foi procurada para transar com o marido, ao redor das 22:30, quando ela assistia um filme na televisão. Antes disto o esposo havia chegado em casa, tomado um banho, assistido ao Jornal Nacional, ido para o computador para por alguns assuntos em dia, depois começara a assistir a um jogo de futebol, quando ela pediu para por no filme que estava assistindo quando ele a procurou para transar.
Num outro dia o amante escapou do trabalho, alugou um quarto em um bom hotel, comprou umas rosas vermelhas e as despetalou por todo o quarto, comprou um champagne e dois cálices, providenciou um CD de música romântica para o aparelho do quarto.

Agora vos pergunto:
Com quem esta mulher se soltou mais na cama?
Com quem esta mulher se sentiu mais mulher?
Com quem se excitou mais?
Este marido poderia fazer tudo que o amante fez, por que não o fez?
Se o amante é também casado porque não faz isto para a sua esposa?
Mas que o mulherio também não fique muito confortável, porque as
perguntas também podem ser feitas para elas, com as devidas variações.O que tem de se deixar claro é que a rotina, a mesmice, num casamento, depende dos dois, mesmo que se possa atribuir a um uma participação maior.
Portanto, se a gente não aprende a ser um esposoamante, esposamante se está pedindo que “O OUTRO”, ou “A OUTRA”, tenha um lugar assegurado na SUA VIDA.
FIM

