Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PUBLICO-A POR QUE A ACHO MUITO IMPORTANTE

Dúvida: Dr.Tenho um filho de 22 anos, faz pouco tempo descobri que ele é homossexual, conversamos e ele me falou que há 6 meses teve uma crise quando descobriu que estava apaixonado por um amigo que é gay. Bom para mim este golpe foi fatal, pois ele já teve namoradas, sempre foi muito vaidoso, mas sempre foi "normal". ESTOU SOFRENDO MUITO, pois tenho certeza que o pai e a família não o aceitarão. Qual o melhor caminho?
Enviado em 15/11/2009 às 12h37
por mãe desesperada, 49 - Gaurama (RS)
Mãe Desesperada - O homossexualismo é uma condição humana como tantas outras. Não é doença, não é crime e não é proposital. O sujeito já nasce homossexual, provavelmente por conta da genética, mas por conta das pressões sociais segura os seus impulsos. Mas um dia eles acabam prevalecendo e a condição homossexual se revela. Agora, pensa bem, se este momento foi difícil para ti, imagina para ele que está pressionado a ser quem ele não é só para agradar os outros. Não é a toa que tantos homossexuais vão viver longe da família, ou se suicidam. Imagino que não seja isto o que tu, e a tua família desejam. Portanto deixem de ser machistas e preconceituosos e o aceitem, como a gente tem de aceitar a cor dos olhos, ou o tipo de cabelo de um filho porque ninguém é culpado por características humanas que herdamos. Se fosse uma questão de “opção”, como dizem os desinformados, quem optaria pelo caminho mais difícil?
Copiado do Dúvida Entre Lençois, do CLIC RBS

terça-feira, 14 de outubro de 2008

NOTA RÁPIDA II

Pois não é que continua a peleia entre os tradicionalistas, ditos machões (via Oscar Gress, presidente do MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho) e os gays, dito, tradicionalistas.
Frescura dos ditos machões. Sempre houve na história da humanidade e, por extensão, na história do Rio Grande do Sul, “gays macho pra caralho, gays bichinha, gays isto, gays aquilo”. Vão querer me contar agora que não havia nas estâncias, nas cargas farroupilhas e em outras ocasiões, dita gloriosas, situações em que homossexuais assumiram o papel que lhes cabia, peão, cavalariano, soldado, independentemente de sua identidade sexual?
Ser gay, ser careca, ser longilíneo, ser isto, ou aquilo é uma característica física humana. O resto é discriminação pura e simples.
Tenho a impressão que, quanto mais o homossexualismo de um sujeito está para aparecer, mais ele tem de alardear o seu heterossexualismo, como se fosse uma arma para se defender do que ele deseja e teme.

domingo, 29 de junho de 2008

PRECONCEITO

Sempre me pergunto o por quê dos militares modernos terem tantos preconceitos a respeito dos homossexuais como soldados.
Xenofonte e seus 10 000, venceram todas as tropas persas que tentaram impedir sua volta à Grécia. Nas suas tropas eram freqüentes as disputas entre os soldados por jovens mancebos que capturavam. Ou seja, o homossexualismo corria à solta e não era visto como problema e nem os homossexuais como maus soldados.

A hegemonia espartana (Que eram considerados os melhores guerreiros do mundo àquela época.) foi quebrada por Epaminondas, que tinha sob suas ordens o Batalhão Sagrado de Tebas, sob o comando de Pelópidas, que era constituído só por homossexuais. Eles decidiram a batalha de Mantinéia.
Se Hitler subiu ao poder deveu, e muito, a Ernst Rohm, que organizou e comandou as SA que arrasaram com as rote Fahne (seus equivalentes do Partido Comunista) tornando possível aos nazistas o acesso ao poder. Rohm era um notório homossexual, bem como a cúpula das SA.
Acho que estes três exemplos já serviriam para diminuir os preconceitos a respeito de homossexuais nas Forças Armadas.
Hoje mulheres também servem nas Forças Armadas. Por que não homossexuais? Alguém tem medo de que quartéis se transformem em antros de libertinagem? Isto só ocorreria se não houvesse disciplina, mas para isto existem os Oficiais, os Regulamentos, a Hierarquia.
Total, Homossexuais, como também as Mulheres, vão para as Forças Armadas para serem soldados, e não para orgias sexuais.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O CINEASTA

Alguns anos atrás conheci J. ; trabalhava com cinema.
Não era ninguém muito famoso, não fazia grandes produções, não tinha grandes patrocinadores, ou dinheiro para fazer filmes mais sofisticados.
Um dia descobriu a sua mina de ouro.
Fazer filmes pornô!
Fáceis de fazer, não requeriam grandes roteiros, direção, make-up’s, locações.
Filmes pornográficos eram a coisa mais próxima da idealização “uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”, que se poderia ter.
Mas, me explicava ele, tinha também os seus segredos.
Quem vende o filme é a mulher. Tem que ser do tipo gostosa, meio vulgar, mas metida a chic, topa todas, mas tem que fazer biquinho, tem que saber gemer, gritar de prazer, dizer alguns palavrões e elogiar o pinto do cara.
Mas o difícil era achar o(s) homem(ns). Tinha de arranjar um cara com uma estrovenga acima da média (18 cm de comprimento, no mínimo, e grosso o suficiente para se fazer notar.), que fizesse uma ereção com facilidade (com ou sem remédios), não fosse muito feio ou desmilinguido de corpo e não fosse nem excessivamente branco, ou preto.
Porque deste detalhe?
Como quase ninguém agüenta aquela maratona de posições, e gritos, e tempo, sem brochar ou gozar, tinham que ter uns extras para os closes. Nos planos gerais não havia problema, bastava pegar um ângulo em que o pau não aparecesse, mas no close ele tinha de estar bem duro (Os homens, dizia ele, e eu assino embaixo, adoram pau duro.).
Então, sentados num banquinho ao lado do set de filmagens, tinha sempre um, ou mais homens, se masturbando para estarem prontos para o caso de terem que entrar em ação.
Por isto, a cor da pele do bicho velho, do artista principal, não poderia ser de uma cor difícil de ser achada. Um branco mais moreno, ou pardo, era o ideal.
Com o passar do tempo os filmes ficaram mais difíceis de serem feitos.
No início o enredo era simplório.

Por exemplo. O marido saia de casa (Sempre tem de ter um chifrudo.) e entrava o leiteiro, sem preliminares nem nada, que isto é frescura para a turma masculina que vê filmes pornô, e já partia para os finalmentes. Estavam ali no bem bom e chegava o padeiro, e já entrava na festa. Ou uma vizinha, ou mais outro homem. Às vezes até o marido que retornava de inopino.
Mas esta fórmula cansou. E aí tiveram de começar a sofisticar o roteiro. E bota posição diferente, lugar bizarro, acessórios, dois paus na boceta, e por aí vamos.
Mas continuou a piorar (para os cineastas), por conta da diversidade.
E entra o homossexualismo masculino (O feminino era aceito desde o início, não era, segundo a ótica do espectador, homossexualismo, era sacanagem mesmo.), e entra o travesti, e entra a mulher com dildo para fazer o papel de homem, lá pelas tantas entra a zoofilia, e dá-le dobermans, , pastores, outras raças e espécies, até muares e eqüinos.
E dá-lhe sado-masoquismo, escatologia, até uma pedofilia “legal” (Atrizes maiores de idade, mas com rosto de criança, ou adolescente, caracterizadas e maquiadas de uma maneira infantilóide.).
Enfim, a vida não está fácil para ninguém, inclusive para cineastas de filmes pornôs.