Sábado, eu no super, fazendo as comprinhas da casa, quando passo por uma mulher, daquelas que algumas línguas malévolas chamariam de gostosona.
Ela, com o telefone no ouvido, dizia para alguém que dava para pensar que seria a empregada.
...me vê no armário uma calcinha e deixa na portaria, porque na pressa eu saí sem ela...
Continuou a falar, mas eu não mais ouvi.
Mas fiquei pensando.
Seria ela uma distraída?
Não o sendo, o que seria que a fez sair tão apressada que se esqueceu da calcinha?
Onde se encontrava ela quando se esqueceu da calcinha?
Claro que uma mente pornográfica imagina histórias maravilhosas. Mas se fosse uma história prosaica, ou puramente escatológica?
Ela, com o telefone no ouvido, dizia para alguém que dava para pensar que seria a empregada.
...me vê no armário uma calcinha e deixa na portaria, porque na pressa eu saí sem ela...
Continuou a falar, mas eu não mais ouvi.
Mas fiquei pensando.
Seria ela uma distraída?
Não o sendo, o que seria que a fez sair tão apressada que se esqueceu da calcinha?
Onde se encontrava ela quando se esqueceu da calcinha?
Claro que uma mente pornográfica imagina histórias maravilhosas. Mas se fosse uma história prosaica, ou puramente escatológica?