O Gilvan foi colega de turma médica.
Foi assassinado, executado, na noite de 6ª para sábado, em Novo Hamburgo.
Não vou fazer um elogio fúnebre.
Só vou comentar que o massacre continua. Que sempre existe um risco em qualquer coisa que façamos fora de casa. Além de discursos, o mais provável é que não se faça nada de prático. Talvez se detenham os suspeitos d’habitude. Para constar.
À família só resta ouvir o corvo de Edgar Alan Poe, que dizia “nunca mais, nunca mais...
A nós, nos darmos conta que hoje ele está morto, frio e enterrado. Pode que alguém me ache duro e insensível neste comentário. Mas é assim que a morte é.
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domingo, 20 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
BALANÇO FINAL
Só para encerrar a série.
No Rio Grande do Sul, "o estado mais politizado do Brasil (segundo os gaúchos)".
25 mortos no trânsito no Feriadão de Fim de Ano e 39 assassinatos.
Quantos no Brasil?
Iraque, Quenia, Afeganistão, Paquistão, alguém bateu estes nossos números?
Projetos de lei, para a criação de novos impostos e taxas, para substituir as perdas com o CPMF, têm aos montes. Para eliminar a crase na língua portuguesa, também. Proibição de estrangeirismos na publicidade idem, idem.
Agora, modificações nas Leis (Para verbas, repressão, castigo, educação...), e na Constituição, para coibir estes massacres, nem sinal.
Ou seja, vai continuar tudo igual!
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