Todas inseguranças? Boa parte delas, com certeza. Mas eu não deixaria de lado o famoso "será que sou corno?". Creio que essa é quase tão comum quanto o "complexo de pinto pequeno". E não nego! Eu sofro disso!
Por quê eu não coloquei isto como um dos "complexos" universais? De vez que praticamente todo mundo, em algum momento, teve este medo, ou dúvida? 
Primeiro porque isto não é um complexo. É, talvez, uma dúvida universal. Segundo, por que ser, ou não, corno, não depende da vontade do indivíduo, é o outro, ou outra, quem decide. Terceiro, porque ninguém nunca vai ter garantia que o seu(sua)companheiro(companheira) não vá ter uma aventura extra conjugal.
Não obstante a pessoa ser bom(a) de cama, mau(á) de cama, carinhoso, bruto, etc. e tal. Este é um fato que temos que aprender a conviver. Diferente da primeira situação em que o sujeito sempre tem algo que ele pode inventar para sustentar a sua crença de que seu pênis é pequeno. ou não, ou se é tão regordete assim
Aliás eu lembro duas histórias a respeito de tão tormentoso tema.
Uma é de um amigo, grande caçador de mulheres, brancas, casadas, solteiras, negras, judias, castelhanas, altas, baixas, feias e por aí vai.
Pois este portento da sedução, nunca conseguiu e acho que nem buscou, ter a garantia de que não seria corno. Aliás, é dele a magistral frase. "Mochinho (isto é gado sem guampa), mochinho ninguém vai morrer". Palavra do expert.
A garantia total é uma utopia. Com este fato vamos ter conviver per omnia seculo seculorum. Ser submisso não adianta de nada. Bancar o durão, ou malvado, pode impedir alguns episódios. Mas, se a mulher, ou o homem, quiser jogar água fora da bacia, ninguém segurará. Apenas estes peralvilhos serão mais discretos.
Uma historieta contada pela mulher de um amigo meu.
Ele adorava, quando transavam, que ela lhe dissesse palavrões. "Seu veado, seu cafajeste, puto, prevalecido... e assim por diante". Só que um dia, na hora do entrevero, ela, entre outras coisas, disse, ...seu corno... De imediato ele parou e gritou: -Corno não! Corno não!
Porque, é logico, ele sabia se era, ou não, cafajeste, veado, etc. Mas nunca
poderia ter certeza de ser, ou não, corno. Mesmo que ela dissesse que sim, que ela o havia corneado. Ela poderia estar mentindo.
poderia ter certeza de ser, ou não, corno. Mesmo que ela dissesse que sim, que ela o havia corneado. Ela poderia estar mentindo.Portanto, o medo da corneagem é totalmente diferente do ter um pinto pequeno, que eu posso medir, ver estatísticas, comparar nos banheiros, ver pelas fotos, vídeos e etc.

O mesmo uma mulher, que não seja uma neurótica de carteirinha, ou psicótica, a respeito de sua gordura.
A presença do outro é sempre um problema. Não é à toa que o Sartre disse: L'enfer sont les autres."