
Este artigo foi escrito em função de uma reportagem que li que dizia que as crianças amamentadas com o leite materno poderiam ser mais inteligentes que as que não foram alimentadas com o leite materno.
Antes de mais nada devo dizer que não sou associado da Nestlé (infelizmente), nem preposto (também infelizmente), e muito menos patrocinado pela (também infelizmente - Alôoo Nestlé, qualquer coisa estamos, aí, podemos até radicalizar, total um apartamentinho na Promenade des Anglais faz qualquer radical chic ter opiniões fortes e definitivas :-)).)
Mas lendo sobre o aleitamento e inteligência, levanto cá eu ( o incrédulo de nascença), algumas dúvidas.
Não gosto de opiniões definitivas e muito menos absolutas. Por isto.
a)Será que estas crianças não são mais inteligentes, porque tiveram um contato corporal afetivo maior do que as outras? E se as mães que não deram de mamar não o fizeram por serem menos, pelo menos corporalmente, fisicamente, afetivas do que as que amamentaram?
b)O tal gene, será um desenvolvedor de inteligência, ou de afeto, pois uma pessoa com seus afetos mais resolvidos, mais desenvolvidos, com menos conflitos, pode melhor usar a sua energia positivamente?
c)Dizem que quem vê como se fazem as lingüiças não as comeria.
Sabendo como se fazem as pesquisas, a menos que se possa entrar nos detalhes mais íntimos (êpa, êpa) dela, pesquisa; como a seleção do grupo, como se fazem as perguntas, quem faz as perguntas, a ideologia de quem faz as perguntas, a ideologia de quem vai analisar as respostas, será que dá para confiar na pesquisa?
d)E at last but not least, porque não podemos admitir que tem mulheres que não foram doutrinadas para a não amamentação, e sim, simplesmente, não estavam dispostas à amamentação, que esta era uma violência contra elas, o que acabaria de, alguma maneira, atingindo o pimpolho (a), (Tinha horror de me sentir uma vaca leiteira!)?
Antes de mais nada devo dizer que não sou associado da Nestlé (infelizmente), nem preposto (também infelizmente), e muito menos patrocinado pela (também infelizmente - Alôoo Nestlé, qualquer coisa estamos, aí, podemos até radicalizar, total um apartamentinho na Promenade des Anglais faz qualquer radical chic ter opiniões fortes e definitivas :-)).)
Mas lendo sobre o aleitamento e inteligência, levanto cá eu ( o incrédulo de nascença), algumas dúvidas.
Não gosto de opiniões definitivas e muito menos absolutas. Por isto.
a)Será que estas crianças não são mais inteligentes, porque tiveram um contato corporal afetivo maior do que as outras? E se as mães que não deram de mamar não o fizeram por serem menos, pelo menos corporalmente, fisicamente, afetivas do que as que amamentaram?
b)O tal gene, será um desenvolvedor de inteligência, ou de afeto, pois uma pessoa com seus afetos mais resolvidos, mais desenvolvidos, com menos conflitos, pode melhor usar a sua energia positivamente?
c)Dizem que quem vê como se fazem as lingüiças não as comeria.
Sabendo como se fazem as pesquisas, a menos que se possa entrar nos detalhes mais íntimos (êpa, êpa) dela, pesquisa; como a seleção do grupo, como se fazem as perguntas, quem faz as perguntas, a ideologia de quem faz as perguntas, a ideologia de quem vai analisar as respostas, será que dá para confiar na pesquisa?
d)E at last but not least, porque não podemos admitir que tem mulheres que não foram doutrinadas para a não amamentação, e sim, simplesmente, não estavam dispostas à amamentação, que esta era uma violência contra elas, o que acabaria de, alguma maneira, atingindo o pimpolho (a), (Tinha horror de me sentir uma vaca leiteira!)?

Ah!, antes que me esqueça, e qual a fidedignidade dos testes de inteligência? Num contexto isolado eles mais podem atrapalhar que ajudar.
Que o problema delas é de afeto e que é isto o importante, para elas.
Ou que elas têm outros planos, ou necessidades, nesta sociedade competitiva e que usam este argumento para justificar o seu não desejo de amamentar, de vez que esta justificativa passa a ser uma resposta adequada para as inevitáveis cobranças?
Que o problema delas é de afeto e que é isto o importante, para elas.
Ou que elas têm outros planos, ou necessidades, nesta sociedade competitiva e que usam este argumento para justificar o seu não desejo de amamentar, de vez que esta justificativa passa a ser uma resposta adequada para as inevitáveis cobranças?